Um projeto por vez. Cada casa nasce de uma conversa longa antes da primeira linha, e termina quando faz sentido para quem vai morar nela, não para quem vai fotografar.
Formei-me em Arquitetura e me especializei em Design de Interiores, porque acredito que nenhum ambiente termina na planta. As pós-graduações em Psicologia das Cores e Light Design viraram parte do meu processo: cor e luz não são acabamento, são o que decide como um espaço faz alguém se sentir. É a base da Neuroarquitetura que aplico em cada projeto: usar ciência e design para reduzir estresse e aumentar o bem-estar de quem vive o espaço. Seis meses de estágio na Europa ampliaram meu repertório técnico em arquitetura de alto padrão. Estética, ciência e funcionalidade caminham juntas em cada projeto, com uma prioridade acima de todas: o jeito como as pessoas vão viver ali.
Uma conversa inicial, por WhatsApp ou pessoalmente, para entender o terreno, a família e o momento do projeto. Não é uma reunião de vendas, é o começo da etapa de Escuta.
Varia com o porte e a complexidade de cada obra, de um apartamento a um edifício multifamiliar. O prazo é combinado caso a caso logo após a etapa de Escuta, quando o escopo fica claro.
O atendimento já cobriu projetos em diferentes estados e mesmo fora do país (caso da Lisbon House). Distância não costuma ser impeditivo.
Os dois. O que muda é a etapa de Escuta: em reforma, ela também mapeia o que já existe antes de propor o que muda.
Não. Muitas vezes o terreno e o projeto são discutidos juntos, inclusive a escolha do terreno pode fazer parte da primeira conversa.